Tema: Educomunicação, BNCC e Fortalecimento da Cidadania
Data: 19, 20 e 21 de novembro (quinta, sexta e sábado)
Mesa 1: Fronteira, Cidadania, Interculturalidade e Direitos
Dia 19 de novembro – 16h às 17h30 (horário de Brasília)
Mesa 1: Fronteira, Cidadania, Interculturalidade e Direitos
A proposta desta mesa é discutir os direitos das pessoas que vivem na fronteira ou são deficientes auditivos, no que tange às suas especificidades linguísticas e a sua inserção em contextos sociais que não estão preparados para essa inclusão. Ainda, apresentar um cenário brasileiro e internacional do que está sendo feito, no campo de direitos e conquistas, para pessoas que falam uma determinada língua, seja pela deficiência auditiva ou por falarem o dialeto específico de um povo, terem acesso à educação e a comunicação na sua língua de origem. E quando inseridos em outros ambientes diferentes, quais as conquistas e lutas para que essas pessoas tenham condições de interagir com outras culturas, com a finalidade de realizar uma troca de conhecimentos em vez de terem que somente se adequar a língua e aos padrões culturais dos grupos hegemônicos.
Fronteira e direitos linguísticos – Drª Maria Matesanz Del Bairro e Drª Viviane Ferreira Martins (Universidad Complutense de Madrid)
Libras e língua de sinais boliviana – Drª Stela Perné Santos (IFMT)
Mulher na fronteira Cáceres/San Matias – Me. Marli Barboza da Silva (Unemat)
Corpo, arte e mídia – Drª Denise da Costa Oliveira Siqueira (UERJ) e Euler David de Siqueira
Língua e identidade: um olhar sobre a fronteira entre Cáceres e San Matias – Me. Fernando Jesus da Silva (UFMT)
Dia 19 de novembro – 19h às 19h30 (horário de Brasília)
Abertura do III Colóquio Mato-grossense de Educomunicação
Educomunicação como uma Epistemologia do Sul – conferencista: Profª Drª Rosane Rosa
Dia 19 de novembro – 19h30 às 21h (horário de Brasília)
Conferência: Educomunicação como uma Epistemologia do Sul
Instigada por Boaventura Sousa Santos que aponta para um “repensar a teoria crítica e reinventar a emancipação social”, Rosana Rosa vem repensando a Educomunicação como uma Epistemologia do Sul. Nesse sentido, discute o papel desse paradigma no processo de emancipação social, no contexto das organizações sociais brasileiras e latino-americanas. No âmbito da interface Comunicação e Educação, a perspectiva educomunicativa advém da experiência da comunicação e educação popular que atuam sob os referenciais de Paulo Freire e Mario Kaplun em vista de posturas dialógicas, participativas, democráticas e problematizadoras nos processos comunicativos.
Conferencista: Drª Rosane Rosa (UFSM)
Mesa 2: Infância, Consumo e Meio Ambiente
Dia 20 de novembro – 09h30 às 11h (horário de Brasília)
Mesa 2: Infância, Consumo e Meio Ambiente
Qual a relação entre consumo e meio ambiente? Como podemos trabalhar a questão ambiental a partir da educomunicação? Por que a publicidade infantil é desaconselhada? De que forma os meios de comunicação e, em especial, a televisão, contribuem para o consumismo? O que dizem as leis? Como a Educomunicação pode contribuir com uma reflexão crítica e uma mudança de comportamento em direção a um comportamento mais responsável e cidadão? Essas são algumas questões que serão debatidas nesta mesa.
Propaganda, publicidade e consumo infantil – Me. Gabriela Amorin Ferruzzi
“É suficiente! ou Basta”: contribuições da Educomunicação Socioambiental para a sustentabilidade – Dr. Rafael Gue Martini (Udesc)
Crianças e adolescentes como prosumers e cidadãos – Drª Inês Vitorino Sampaio (UFC/LABGRIM)
Educomunicação e Cultura Infantojuvenil: do convívio com a mídia ao protagonismo crítico – Dr. Claudemir Edson Viana (USP, ABPEducom)
Mediação: Drª Cristiane Parente (CECS – Universidade do Minho, Iandé Comunicação e Educação, Educom.JOR)
Mesa 3: Educomunicação e BNCC – Experiências em Mato Grosso
Dia 20 de novembro – 14h às 15h30 (horário de Brasília)
Mesa 3: Educomunicação e BNCC – Experiências em Mato Grosso
A mesa contextualiza os desafios da educomunicação a partir da proposta da BNCC e apresenta como a Educomunicação vem se desenvolvendo enquanto política pública na rede estadual de Educação Básica no Estado de Mato Grosso. Apresenta também discussão de como a Educomunicação está prevista na BNCC e a partir dos relatos das experiências desenvolvidas nas escolas estaduais de Mato Grosso entender de que forma Mato Grosso estará preparado para os novos desafios e o que pode contribuir na discussão da educomunicação em uma perspectiva nacional.
A educomunicação em Mato Grosso a partir da experiência em um projeto educomunicativo – Me. Elisângela Lopes de Lima Carvalho (Seduc-MT, Educom.JOR)
O panorama da política de Educomunicação em Mato Grosso a partir da análise das experiências das escolas estaduais – Me. João José Alencar (SeducMT, Educom.JOR)
Mediação: Me. Cláudia Consolação Moreira (UFMT)
Mesa 4: O Jornalismo no contexto da desinformação
Dia 20 de novembro – 16h às 17h30 (horário de Brasília)
Mesa 4: O Jornalismo no contexto da desinformação
No contexto de Pós-Verdade, Infodemia e Desinformação o jornalismo tem uma grande chance de recuperar sua credibilidade mostrando a importância do seu trabalho e seus processos. Da mesma forma, a sociedade tem um papel fundamental na cobrança de meios de comunicação mais transparentes, éticos, que reconheçam seus erros, ouçam seus públicos e veiculem informações de qualidade que respeitem seu direito à comunicação e reforcem a democracia
Desinformação, ética e o erro jornalístico – Drª. Elisangela Rodrigues da Costa (Estácio Campo Grande, ABPEducom, Educom.JOR)
Observatórios de mídia e imprensa como ferramentas de Media Accountability – O papel da Sociedade – Drª Cristiane Parente (CECS – Universidade do Minho, Iandé Comunicação e Educação, Educom.JOR)
O papel do jornalismo profissional na guerra contra a desinformação – Magda Matos (SindJor/MT)
Mediação: Me. Rosana Alves de Oliveira (Unemat, Educom.JOR)
Mesa 5: Minorias, território e o direito à comunicação
Dia 20 de novembro – 19h às 20h40 (horário de Brasília)
Mesa 5: Minorias, território e o direito à comunicação
A mesa discute atual conjectura política do país e as formas de comunicação de grupos minoritários para que tenham espaço de fala e representatividade política na reivindicação e atendimento às suas demandas e defesa de suas conquistas. A mesa objetiva compreender quais as principais preocupações dos grupos minoritários abordados na mesa diante do atual contexto político brasileiro. Como esses grupos vêm se organizando para que suas demandas possam ser ouvidas e atendidas. E no campo da comunicação quais as estratégias para que suas lutas, história e a cultura cheguem a outros setores da sociedade de forma efetiva e mobilizadora.
Produção Partilhada do Conhecimento – Dr. Sergio Bairon (USP)
Educomunicação e os povos quilombolas – Dr. Thiago Cury (UFMT)
Os projetos educomunicativos no Quilombo Mata Cavalo – Gonçalina Eva Almeida de Santana
A relação educomunicativa do povo Terena e os livros didáticos – Drª Naine Terena (Faculdade Católica de Cuiabá)
“LGBT Sem Terra: O amor faz revolução”– Júlio César Barbosa Pedroso da Cruz (BAEC)
Mediação: Dr. Thiago Cury (UFMT)
Dia 21 de novembro – 9h às 12h e 15h às 16h (horário de Brasília)
Relatos de experiências e apresentações e trabalho
Eixo 1: Educomunicação, Infância e Juventude
Eixo 2: Educomunicação, Mídia-Educação, Educação Básica e BNCC
Eixo 4: Educomunicação, Meio Ambiente e Saúde
Eixo 5: Educomunicação e Políticas Públicas
Eixo 6: Práticas Educomunicativas
Eixo 7: Outras Temáticas
Professor Muniz Sodré - Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
Dia 21 de novembro – 17h (horário de Brasília)
Homenagem ao Pesquisador Muniz Sodré – por Lawrenberg Advícula da Silva
A professora Ana Carolina de Araújo Silva vai integrar a webconferência “Webjornalismo, jornalismo ambiental e educomunicação socioambiental” durante o II Colóquio Mato-grossense de Educomunicação, juntamente com outras três jornalistas que atuam na área ambiental. A pesquisadora irá falar sobre três projetos que desenvolve como docente no Curso de Jornalismo da Unemat.
Desenvolve projetos de ensino, pesquisa e extensão voltados às novas tecnologias e narrativas no jornalismo ambiental, dentre os quais, o RadioEcologia, EcoAraguaia e Jambtec. A pesquisadora destaca que a Radioecologia se desenvolve dentro da Focagen (Agencia Júnior de Jornalismo) e seu conteúdo é disponibilizado na internet. Outro projeto foi o site Eco Araguaia, produto desenvolvido na disciplina eletiva de Produção Transmidiática, voltado para o turismo.
O jornalista Marcus Tavares, editor da revistapontocom será um dos webconferencistas da mesa sobre “Direito à comunicação, empoderamento e protagonismo juvenil” durante o II Colóquio Mato-grossense de Educomunicação. No evento, o jornalista irá discutir a relação das crianças e adolescentes com a mídia.
O também pesquisador, integra do Grupo de Pesquisa Educação e Mídia (Grupem), vinculado ao programa de Pós-Graduação em Educação da PUC-Rio, desenvolvendo estudos sobre as relações de crianças e jovens com as mídias. É mestre em Educação pela UniRio. Doutor em Educação pela PUC-Rio. Integra a Rede de Trabalho do Instituto Alana.
“Como jornalista socioambiental, transfiro para minha prática a experiência de tratar de temas relacionados a impactos ambientais, a povos tradicionais e indígenas e toda a rede de relações que envolvem a justiça socioambiental”, contextualiza sua atuação Sucena Shkrada Resk. A educomunicadora vai participar da webconferência “Webjornalismo, jornalismo ambiental e educomunicação socioambiental” no II Colóquio Mato-grossense de Educomunicação e I Seminário Virtual de Práticas Educomunicativas.
Em sua fala, Sucena vai abordar a Educomunicação como ferramenta em sala de aula – quando lecionou em curso técnico de meio ambiente – e no chão, com os agricultores. Discutirá os “desafios e pequenas conquistas que, às vezes, são imperceptíveis mas estão lá. Fora o grande retorno como cidadã, que a gente encontra nesta relação”.
A presidente da Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor), Cláudia Lago, será uma das palestrantes do II Colóquio Mato-grossense de Educomunicação. É também professora da Escola de Comunicações e Artes da USP, mas especificamente no curso de Licenciatura em Educomunicação. Em Alto Araguaia-MT, a pesquisadora vai participar da abertura do evento e do minicurso “Práticas Educomunicativas no Jornalismo” que serão transmitidospela Internet.
Em sua fala, a jornalista irá abordar a importância de incorporar e debater temas relacionados a educomunicação dentro dos cursos de jornalismo para a construção profissional dos alunos.
Os professores doprojeto de pesquisa“Gestão da comunicação nos projetos de extensão: Focagen, Revista Se Liga e Catis” da Universidade do Estado de Mato Grosso relatam resultado obtidos no II Colóquio Mato-grossense de Educomunicação e I Seminário Virtual de Práticas Educomunicativas. Sua discussão será na webconferência “Projetos de extensão universitária, gestão da comunicação e protagonismo dos acadêmicos“, juntamente com professores da USP, UFSM e UFCG.
O docente do curso de Comunicação Social com ênfase em Educomunicação da Universidade Federal de Campina Grande, Cláudio Messias, será um dos palestrantes do II Colóquio Mato-grossense de Educomunicação. O pesquisador vai participar da webconferência “Projetos de extensão universitária, gestão da comunicação e protagonismo dos acadêmicos“.
Messias apresentará a produção educomunicativa do primeiro bacharelado implantado na área, considerado como uma proposta pedagógica inovadora. Criado em 2009, com primeira turma ingressando em 2010, o curso foi reconhecido pelo MEC em 2014. Essa universidade pública está localizada no nordeste brasileiro, em Campina Grande, Paraíba.
Carlos Alberto Caetano é presidente do Conselho Estadual de Educação do Mato Grosso (CEE-MT) e sua história pessoal e profissional se pauta nos movimentos sociais. É também presidente do Conselho da Promoção da Igualdade Racial. No II Colóquio Mato-grossense de Educomunicação, o professor irá falar sobre a importância de projetos de extensão como importante pilar para sustentar o compromisso da universidade em defesa dos direitos sociais na mesa de abertura sobre “Educomunicação no ensino superior”
O professor Carlos Alberto é também o representante do Comitê MT da Campanha Nacional pelo Direito à Educação(CNDE), uma importante parceria que o CEE-MT vem realizando em defesa do direito à educação. A assessora dos projetos da CNDE, Maria Célia Rehder, também estará no evento discutindo na perspectiva dos direitos humanos.
Leandro Rodolfo Resende da Secretaria de Educação de Mato Grosso (Seduc) virá ao evento a fim de apresentar aspectos gerais do projeto Educomunicação existente em 150 escolas do estado de Mato Grosso, destacando a relevância do protagonismo do aluno no uso pedagógico das tecnologias no processo de ensino-aprendizagem. Sua participação está prevista para a mesa de abertura sobre “Educomunicação no ensino superior de Jornalismo“, mas o professor participará de outras atividades semipresenciais, em Alto Araguaia, a fim de interagir com experiências das secretarias de educação da cidade deSão Pauloe dePorto Alegre.
Apaixonada por poesia e meio ambiente. Assim é Gisele Neuls que atua na área de Comunicação, com ênfase em Jornalismo Especializado – Comunitário, Rural, Empresarial, Científico. Seus trabalhos literários podem ser visualizados nos blogs Vênus em Crise e Uma Casa Amarela. A jornalista participará da webconferência “Webjornalismo, jornalismo ambiental e educomunicação socioambiental” no II Colóquio Mato-grossense de Educomunicação.
Formada em Jornalismo (UFRGS), com mestrado em Comunicação e Informação (UFRGS), tem experiência em reportagem, edição e assessoria de comunicação, especializada em meio ambiente, ciência, clima, floresta e agronegócio há mais de 15 anos. Foi diretora da Matiz Caboclo Comunicação.
Rosane Rosa trabalha com projetos educomunicativos em nível nacional e internacional, discutindo temas como Comunicação, Direitos Humanos, Políticas Sociais, Educomunicação, Interculturalidade e Cidadania. A professora da UFSM vai participar da webconferência “Projetos de extensão universitária, gestão da comunicação e protagonismo dos acadêmicos“.
É vice-presidente da associação Brasileira de Pesquisadores e Profissionais de Educomunicação (ABPPEducom) desde 2012. É coordenadora do Acordo de Cooperação Internacional entre a Universidade Federal de Santa Maria e a Universidade de Cabo Verde, e do Projeto Educomunicação Intercultural para Moçambique – Pro-mobilidade UAM.
A professora é responsável pelo Núcleo RS da ABPEducom e vem organizando os eventos denominados por EducomSul que realizou sua terceira edição, junto com o VI Encontro Brasileiro de Educomunicação, em Porto Alegre, em 2015. O Núcleo vem realizando um trabalho em parceria com as escolas públicas do Rio Grande do Sul, integrando o Programa Mais Educação do MEC.
Maria Célia Giudicisse Rehder é uma ativista em Direitos Humanos no Brasil, tendo passado pela ONG Viração como educadora da Plataforma dos Centros Urbanos, atuando em mais de 30 comunidades populares de São Paulo. Seu foco principal é o direito à comunicação reconhecido como espaço de expressão dos atores sociais em contexto educacional, social, cultural e político. Atualmente, trabalhando na Campanha Nacional pelo Direito à Educação (CNDE), a jornalista virá ao Colóquio para discutir o protagonismo juvenil e a luta pela educação básica para todos.
Maria Célia é membro do Conselho Científico Deliberativo da Associação Brasileira dos Pesquisadores e Profissionais em Educomunicação (ABPEducom). É mestre em direitos humanos defendido na Itália, especializada em Gestão da Comunicação, Educação e Cultura (ECA-USP) e jornalista pela Mackenzie.
Radialista, professor de inglês da rede estadual de São Paulo, com especialização em Educomunicação, Carlos Lima poderá adicionar em seu currículo quecarregou a Tocha Olímpica das Olimpíadas Rio 2016. Acontecerá no dia 26 de maio em sua cidade natal, Petrolina-PE. Foi o escolhido entre 110 pessoas pela sua colaboração nas práticas educomunicativas. Alguns dias depois, vai participar de três atividades do II Colóquio Mato-grossense de Educomunicação, em Alto Araguaia.
Trabalhando desde 2001 dentro das escolas desenvolvendo projetos educomunicativos, a primeira iniciativa foi com o Educom.rádio, em parceria com o Núcleo de Comunicação e Educação (NCE-USP), atuando com rádio escolar e protagonismo juvenil. O programa cresceu e mudou o nome para Nas ondas do rádio, graças à Lei Educom (lei municipal nº 13.941, de 28/12/2004) que tornou a Educomunicação uma política pública na cidade de São Paulo. Em 2009, a Portaria 5.792 abriu a possibilidade de contratação de uma equipe de especialistas para realizar as formações dos docentes e contribuiu para o reconhecimento oficial dos projetos de educomunicação desenvolvidos nas escolas.
A comunicação como instrumento de desenvolvimento – Jovens em ação, realidades em transformação. É essa temática que Cristiane Parente de Sá Barreto irá abordar no II Colóquio Mato-grossense de Educomunicação. Jornalista, pesquisadora, professora e educomunicadora – “uma eterna estudante” – assim, se define. A jornalista cearense morava em Brasília quando se mudou para Portugal a fim de cursar o doutorado no Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da Universidade do Minho-Portugal (Doutoranda em Educação para os Media).
Fez um Máster em Comunicación, Cultura y Educación pela Faculdade de Comunicação da Universidad Autónoma de Barcelona e é Mestre em Mídia e Educação pela Faculdade de Educação da Universidade de Brasília. Esse mestrado uniu seu amor pela Educomunicação ao trabalho como coordenadora executiva do Programa Jornal e Educação-ANJ entre 2008 e 2013, averiguando a ação de uma escola no interior do Mato Grosso do Sul e o empoderamento dos alunos a partir do trabalho feito com um jornal escolar em parceria com a comunidade.
De professor de História a animador de grupos de adolescentes que realizam cobertura educomunicativa na cidade de Porto Alegre-RS. Assim, é a vida do educomunicador Jesualdo Freitas de Freitas. Durante o II Colóquio Mato-grossense de Educomunicação, o professor irá participar da mesa redonda, à distância, sobre “Direito à comunicação, empoderamento e protagonismo juvenil“.
Membro da Associação Brasileiras de Pesquisadores e Profissionais em Educomunicação (ABPEducom), Jesualdo vem apresentando a todo o Brasil o empoderamento desses alunos, uma experiência bem similar ao que acontece na rede pública da cidade de São Paulo, que será apresentada nessa mesma conferência.
Ismar de Oliveira Soares é educomunicador, mesmo antes do conceito de Educomunicação ter sido identificado como um campo autônomo do conhecimento, em 1999. O professor da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP) é presidente da Associação Brasileira de Pesquisadores e Profissionais em Educomunicação (ABPEducom) desde 2012 e coordena a Licenciatura em Educomunicação da ECA-USP. Na abertura do II Colóquio Mato-grossense de Educomunicação, Ismar participará à distância falando sobre as instituições de ensino superior que estão trabalhando com a Educomunicação.
Fundou e coordena o Núcleo de Comunicações e Artes (NCE-USP). Esteve à frente da pesquisa que definiu e sistematizou, entre 1997 e 1998, o conceito da educomunicação, como um campo de intervenção social e de investigação acadêmica na interface comunicação/educação. A pesquisa demonstrou que havia uma nova área com procedimentos que carregavam em si a perspectiva da educação libertadora de Paulo Freire, a apropriação cultural e crítica dos meios de comunicação, dando a possibilidade aos agentes de serem produtores de cultura para melhorar seu entorno social.
“Trabalhar com educomunicação me permite ser um profissional múltiplo. Ao mesmo tempo, em que me dedico a uma organização que atua nesse campo, tenho a flexibilidade de me dedicar a projetos pessoais, alguns deles pontuais, mas que me trazem grande realização pessoal”. Para Bruno, essa possibilidade é coerente por ser uma prática de liberdade e um incentivo à autonomia. Entretanto, o jornalista é consciente de que precisa de atenção redobrada no sentido de saber, “até que ponto é possível se dedicar a diferentes iniciativas com responsabilidade”.
“O que me motiva é pesquisar e atuar para que a comunicação atue na educação e na mobilização social, com foco na qualidade de vida e na gestão participativa do ambiente que nos cerca“. É isso que move Débora Menezes em suas andanças pelo jornalismo ambiental, educomunicação socioambiental e no fomento de ações em defesa da proteção ambiental. A educomunicadora vai participar da webconferência Educomunicação Socioambiental em áreas de proteção ambiental, que acontecerá apenas pela Internet no dia 15 de junho às 14 horas.
Débora falará sobre sua experiência como jornalista e pesquisadora a partir da Educomunicação, entendida como prática comunicativa para sua atuação na educação e mobilização social, bem como na melhoria da qualidade de vida e na gestão participativa do meio ambiente. “Após assistir às aulas do professor Ismar de Oliveira Soares, empolguei-me de vez com a educomunicação, que virou tema de blog e motivação para minha vida profissional”, conta.
Educomunicação, Ciência e Outros Saberes: um estudo do trabalho colaborativo e compartilhável em narrativas transmídias é o assunto que o professor Benedito Dielcio Moreira discutirá namesa de abertura do II Colóquio Mato-grossense de Educomunicação, no dia 13 de junho. A discussão aborda temáticas como: interface, cultura da conexão, cultura participativa, o jovem e a informação e construção coletiva de saberes.
A pesquisa em curso parte da constatação de que o jovem está completamente imerso nas tecnologias digitais, tanto que faz parte de um pequeno artefato, para onde convergem todos os meios de comunicação e conteúdos, um companheiro inseparável. Assim, o projeto parte de um um modelo colaborativo de compartilhamento de conteúdo presente nas mídias digitais para estudar este processo como ação de educomunicação e valorização da cultura científica, por meio de construções de narrativas transmídias.
Os Pró-reitores de extensão e pesquisa da Unemat confirmaram presença no II Colóquio Mato-grossense de Educomunicação e I Seminário Virtual de Práticas Educomunicativas, em Alto Araguaia-MT, no dia 13 de junho, abertura do evento.
Sendo promovido por um projeto de pesquisa que estuda a gestão da comunicação em três projetos de extensão, o professor Dr. Alexandre Gonçalves Porto, está acompanhando todos os preparativos. “É um evento com uma proposta interessante por ser oferecido parte presencial e outra à distância,” comentou o pró-reitor de Extensão e Cultura (Proec). Para o pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Dr. Rodrigo Bruno Zanin, o projeto de pesquisa ao estudar projetos de extensão realiza uma integração interessante dentro da universidade.
Cada vez mais crescem no ciberespaço a presença de projetos educomunicativos ligados ao webjornalismo, ao jornalismo ambiental e à educomunicação socioambiental. Nesta mesa, as jornalistas irão discutir essa temática a partir de sua experiência e das pesquisas mais recentes na área.
A webconferencista irá tratar sobre o Jornalismo Ambiental e comunicação ambiental, bem como a relação entre instituições que praticam ações de comunicação ambiental e os jornalistas na produção de notícias engajadas.
Jornalista com experiência em reportagem, edição e assessoria de comunicação, especializada em meio ambiente, ciência, clima, floresta e agronegócio há mais de 15 anos. Tem experiência na área de Comunicação, com ênfase em Jornalismo Especializado (Comunitário, Rural, Empresarial, Científico.
Formada em Jornalismo (UFRGS), com mestrado em Comunicação e Informação (UFRGS). Foi diretora da Matiz Caboclo Comunicação e bolsista de mestrado da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Atualmente, é Gerente do Departamento de Comunicação Social do Sistema Ambiental Paulista.
Educomunicação Socioambiental em áreas de proteção ambiental – Débora Menezes
Coordenadora pedagógica da Fundação Vitória Amazônica e Diretora da Educom Verde
A webconferencista contará sua experiência como jornalista e pesquisadora a partir da Educomunicação, entendida como prática comunicativa para sua atuação na educação e mobilização social, bem como na melhoria da qualidade de vida e na gestão participativa do meio ambiente.
Jornalista e educadora ambiental com mestrado em Divulgação Científica e Cultural pela Unicamp, Débora Menezes coordena a Educom Verde Comunicação e Educação Ambiental e é coordenadora pedagógica na Fundação Vitória Amazônica, com atuação em Manaus-AM e Novo Airão-AM. Foi, por dois anos, formadora de educomunicação junto aos educadores indígenas guaranis, dentro do programa nas ondas do rádio, da prefeitura de sp.
Trabalhou em veículos como o Guia 4 Rodas, revisa Caminhos da Terra e na Editora Empresa das Artes fazendo reportagens sobre turismo. Também atuou na revista Nova Escola e no site Planeta Sustentável com reportagens temáticas na área educacional Finalmente, se deparou com metodologias e ferramentas de comunicação que contribuem para o diálogo entre natureza e sociedade, entre instituições e comunidades, para que o ambiente “não seja um fim, mas realmente um meio”.
Foram nas aulas do professor Ismar de Oliveira Soares que Débora se empolgou com a educomunicação e passou a desenvolver projetos com a interface entre educação ambiental e educomunicação, produzindo com diversos públicos, inclusive indígenas e ribeirinhos, vídeos, programas de rádio e jornais. No mestrado estudou, principalmente, a gestão da comunicação envolvendo atores sociais em uma Área de proteção ambiental, APA da Serra da Mantiqueira.
Jornalista e Diretora do Blog Cidadãos do Mundo e assessora no Instituto Centro de Vida – ICV
A webconferencista contará sua experiência como jornalista à frente do Blog Cidadãos do Mundo e de sua experiência na ONG Instituto Centro de Vida (ICV) com projetos de educomunicação socioambiental.
A jornalista é formada pela PUC-SP e tem duas especializações em Política Internacional e em Meio Ambiente e Sociedade pela FESPSP. É autora do Projeto Vozes dos Biomas. Deu início ao blog com reportagens regulares a partir de 2007.
Atuou em veículos impressos e on-line, como Revista Problemas Brasileiros, Agência Envolvorde para Instituto Ethos, Editora Horizonte, site Planeta Sustentável, Revista Fórum, site Mercado Ético, Fundación Mapfre, Editora Escala, Revista Filosofia, Leituras da História, Revista Viva Saúde, Revista Sociologia, Editora Símbolo, dentre outras. Em assessoria de imprensa e consultoria de comunicação com pesquisas e elaboração de conteúdo para cartilhas, livros e exposições.
A webconferencista contará sua experiência como jornalista e pesquisadora na área ambiental, de maneira especial dos projetos RadioEcologia, EcoAraguaia e Jambtec. A professora abordará também resultados da sua pesquisa de doutorado sobre o discurso ambiental local.
Jornalista graduada pela Universidade Estadual de Londrina, mestre em Comunicação pela Universidade de Marília e doutora em Comunicação pela Universidade Metodista de São Paulo.
Atualmente, é professora do curso de Jornalismo da Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT). É líder do Grupo de Pesquisa Comunicação, Cultura e Sociedade (Jornalismo-Unemat) e integra o Grupo de Pesquisa COLING – Estudos de Comunicação e Linguagem (UMESP). Desenvolve projetos de ensino, pesquisa e extensão voltados às novas tecnologias e narrativas no jornalismo ambiental.
Tudo sobre o II Colóquio Mato-grossense de Educomunicação